sexta-feira, 28 de setembro de 2007

REVISTA GALILEU


>> clique na imagem para ampliá-la <<
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Now playing: Stevie Wonder - La La La La La (live)
via FoxyTunes

NIVER - TIM MAIA

Se Tim Maia estivesse vivo completaria hoje 64 anos. E em nome dele vou deixar registrado esta postagem, porque pra mim ele foi um dos primeiros funkereiro brasileiro a buscar novas qualificações musicais fora do Brasil, tornando-se assim o velho SÍNDICO BLACK SOUL.

Apesar de faltar uns showzinhos aqui uns programas de auditório ali, o pessoal sempre adorou o velho Sebastião Rodrigues Maia mais conhecido como Tim Maia (Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1942 — Niterói, 15 de março de 1998).

Bom e para quem não conheçe o Tim, vou deixar um link do JOOST - TV DIGITAL, com um show de aproximadamente 1:30min. http://joost.com/110000g#start=3120

Vale lembrar que o show só consegue assistir para quem tem o programa JOOST instalado no PC.

E abaixo segue um video que achei no Youtube - Tim Maia por Tim Maia. rsrsrsr ...... bem legal..... clica ae vai!!!!

AUSTRALIAN PINK FLOYD




AUSTRALIAN PINK FLOYD, banda cover do PINK FLOYD e autorizada por David Gilmour e demais membros, anunciaram no seu website algumas apresentações que serão realizadas em outubro no Brasil:

02/10 - Porto Alegre (Pepsi On Stage)
04/10 - Rio de Janeiro (Vivo Rio)
05/10 - São Paulo (Via Funchal)

Pessoal vale a pena mesmo ver este show, quando eles vieram a primeira vez a Porto Alegre eu fui para conferir e simplesmente achei o show dos cara um máximo, eles são tão COVERS que que até o visual da iluminação eles mantém.

Vale a pena também dar uma olhadinha no Website deles, lá mostra até os equipamentos de iluminação e sonorização dos magrão.
http://www.aussiefloyd.com/

sábado, 22 de setembro de 2007

CURSO DE ECOMMERCE


A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico estarão dando um ciclo de seminários de Comércio Eletrônico para a Micro, Pequena e Média Empresa 2007, que ocorrerá em importantes cidades brasileiras, passando por Porto Alegre, com a seguinte programação:

08h00 - Credenciamento
08h30 - Abertura - Abertura Sebrae, Correios e Camara-e.net
09h00 - Panorama do Comércio Eletrônico - Camara-e.net Gerson Rolim
09h30 - Como entrar no Comércio Eletrônico - Correios Antonio Braquehais
10h15 - Bolsa de Negócios - Sebrae Nacional Eraldo Santos
10h45 - Intervalo
11h00 - Qualificação das Lojas Virtuais - e-bit Pedro Guasti
11h30 - Marketing e os Links Patrocinados na Internet - Google Raphael Fontes
12h00 - Marketing e Comparação de Preços na Internet - BuscaPé Everson Lopes
12h30 - Perguntas e Debate
12h45 - Encerramento

[Informações:]
Dia: 25 de SETEMBRO de 2007
Horário: 08h30 às 12h30
Local: USEn (Universidade Sebrae de Negócios) - Rua Siqueira Campos, 805 - Centro
Inscrições: GRATUITAS
http://www.camara-e.net/seminario2007

14h30 às 17h30
Mini-Cursos - Aprenda na prática o uso das ferramentas da internet

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Now playing: Keni Burke - All Night
via FoxyTunes

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

EDITAL ARTE E PATRIMÔNIO

Para os interessados, estão abertas as inscrições para o Edital Arte e Patrimônio 2007, que vai financiar onze projetos que estabeleçam diálogos entre as artes visuais contemporâneas e o patrimônio artístico e histórico nacional.

Essa interação entre trabalhos artísticos e acervos, tradições e culturas é uma forma de celebrar dos 70 anos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ? IPHAN. A iniciativa é do IPHAN, Ministério da Cultura? MinC e Paço Imperial, com patrocínio da Petrobras. Artistas, pensadores e demais profissionais interessados podem inscrever-se até o dia 28 de setembro.

Mais informações pelo telefone (21) 2524.1664 ou no site
www.artepatrimonio.org.br.

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Now playing: Keni Burke - Let Somebody Love You
via FoxyTunes

LORD SUTCH & HEAVY FRIENDS



LORD SUTCH & HEAVY FRIENDS

Nesta postagem irei citar uma banda que escutei neste mês e achei excelente, a banda "LORD SUTCH & HEAVY FRIENDS" que arrebentou no começo dos anos 70.

Quem ainda não escutou vale a pena perder um tempinho e procurar na internet ou até mesmo comprar uma raridade dessas.

BANDA : Lord Sutch and Heavy Friends
ALBUM : Screaming Lord Sutch - 1970

Bom, o álbum "Screaming Lord Sutch and His Heavy Friends", originalmente de 1969, foi relançado quinze anos depois na Inglaterra com outro nome, "Smoke On Fire" (Master Edition - The Magnum Music group); na capa desta reedição tiraram a foto de Lord Sutch e destacaram os nomes de Jimmy Page, Jeff Beck, John Bonham, Noel Redding e Nicky Hopkins.

Este é um som Heavy Rock do mais alto nível e tem muitas características do velho e bom Bonham (Drums : Led Zeppelin), com um pouco de Jimmy Page e alguns temperos de Jeff Beck e Noel Redding. Isso é uma sessão rara de estúdio, gravado em maio 1969. Embora os vocals deixem de ser o desejado, a música é certamente um deleite com o rufar de Bonham.

Ahh, vale lembrar que som é bem para aqueles que gostam da arena, como: Stooges ou MC5. rsrsrsrsr

FORMAÇÃO da BANDA
Jimmy Page : Guitar, Producer
Jeff Beck : Guitar
John Bonham : Drums
Noel Redding : Bass
Lord Sutch : Vocals
Richard Brown : Bass
Rick Brown : Bass
Thom Caccetta : Engineer
Tommy Caccetta : Engineer
Daniel Edwards : Bass, Guitar
Kent Henry : Guitar
Nicky Hopkins : Piano, Keyboards
Martin Kohl : Bass
Carlo Little : Drums
Bob Metke : Drums

MÚSICAS
1. Wailing Sounds
2. 'Cause I Love You
3. Flashing Lights
4. Gutty Guitar
5. Would You Believe
6. Smoke and Fire
7. Thumping Beat
8. Union Jack Car
9. One for You, Baby
10. L-O-N-D-O-N
11. Brightest Light
12. Baby, Come Back

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Now playing: Page, Sutch - Flashing Lights
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quarta-feira, 19 de setembro de 2007

DEPOIS DE ALGUM TEMPO

"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dara mão e acorrentar a alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se,e que companhia nem sempre significa segurança. E começa aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante, com graça de um adulto e não a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair meio em vão."

"Depois de algum tempo, você aprende que o sol queima, se ficar a ele exposto por muito tempo. E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que, não importam quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo (a) de vez em quando, e você precisa perdoa-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos, se compreendermos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com que você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso, devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos."

"Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm muita influência sobre nós, mas que nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você pode ser. Descobre que leva muito tempo para se chegar aonde está indo, mas que, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados."

"Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer,enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute, quando você cai, é uma das poucas pessoas que o ajudam a levantar-se. Aprende que a maturidade tem mais a ver com tipos de experiências que se teve e o que se aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais de seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes, e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva, tem direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama mais do jeito que você quer não significa que esse alguém não o ame com todas as forças, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, e que algumas vezes, você tem que aprender a perdoar a si mesmo."

"E que, com a mesma severidade com que julga, será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára, para que você
junte seus cacos. Aprende que o tempo não é algo que se possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E vocêaprende realmente que pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir mais longe, depois de pensar que não pode mais. E que realmente a vida tem valor diante da vida !!!"

Shakespeare
(poesia lida na minha aula)

terça-feira, 18 de setembro de 2007

EDU K

Bom pra quem não conhece, esta era a tão famosa banda do Edu K nos anos 80. (a vale lembrar que para os mais achegados o Edu K era chamado de Edu Perneta - confiram mais em Foguete Formidável.



FILME - THUNDERCATS



Animada com o sucesso de Transformers, a Warner Bros já prepara sua próxima adaptação: Thundercats. O desenho animado, que fez sucesso na década de 1980, vai ganhar versão para a telona com estréia prevista para julho de 2009.

O estúdio comprou recentemente o roteiro do estreante Paul Sopocy, que transforma os heróis de “Thundercats” em longa-metragem com atores. O projeto será produzido por Paula Weinstein (de “Diamante de sangue”) e supervisionado por Dan Lin (de “Os infiltrados”), da Warner.

A história é centrada em um grupo de gatos humanóides que fogem de seu planeta depois que ele é destruído e lutar contra os vilões de seu universo. A trama mostra as origens do personagem Lion-O, que se torna líder dos Thundercats.

O elenco está sendo escalado. Estão no páreo:
JAGA - Sean Connery, Christopher Lee
LION-O - Matthew McConaughey, Tom Welling, Colin Farrell, Vigo Mortenson
PANTHRO - Wesley Snipes, Michael Clark Duncan, Djimon Hounsou
TIGRA - David Carradine, Antonio Banderas, Jared Leto
CHEETARA - Tea Leoni. Milla Jovovich, Kiera Knightly, Meg Ryan WILYKAT - Michael Angarano, Zac Efron
WILYKIT - Hilary Duff, Emma Watson PUMYRA - Liv Tyler BENGALI - Jake Gyllenhaal
LYNX-O - Peter Gallagher MUMMRA - Bill Nighy SNARF (voz) - Robin Williams (CONFIRMADO)

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Now playing: DeFalla - Como Vovo Ja Dizia
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sábado, 15 de setembro de 2007

LAMENTAÇÃO I

PROSSEGUIMENTO DA LAMENTAÇÃO



É assim que o mundo vai acabar - na indiferença? Onde estão as chamas verdadeiras, sérias, consequentes, irrefutáveis? Onde estão os velhos profetas e escribas? Onde está o Cordeiro? Onde estão as criancinhas? O que aconteceu com a parábola? - com o mundo? - até com as histórias simples e a seriedade?
O que é toda essa ciência frívola?
Porque as pessoas circulam por aí sem muita seriedade e se esquecem mesmo disso
Onde está a criança séria?
Na verdade, você nem morre mais hoje, só passa pelo último poste de luz como fazem as pessoas de Céline. Não é nem mesmo uma zombaria de alguma coisa. Um acidente.
Quem se importa com o naturalismo?
Por isso agora não posso pescar nas profundezas. Ah, venha para mim, amor, corra pelo amor de Cristo - a Musa não basta, e não há coroa de louros.
Quero uma alma.
Quero uma alma.
Quero uma alma.
Quero minha garotinha.

Insisto que a vida é sagrada, e que devemos sempre reverenciar um ao outro. Esta é a única verdade: já foi dito, bilhões de vezes.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

MÚSICA x DOWNLOAD



Meus astros do rock comunicaram este mês para que os internautas parem de fazer downloads. : ) rsrsrsrsr

Prince alega que o Youtube e o eBay são os principais meios de pirataria. Já o Elton John alega que todos devem parar com estas coisas de blog, podcast, baixar músicas, pois as pessoas estão perdendo o contato físico e a apreciação dos albuns fonográficos dos artistas.

Bom!!!
Concordo e não concordo apesar de eu ter a minha visão positiva da internet, mas cada um com suas teorias.

Mas se a gente for ver existem TANTOS PROBLEMAS PARA SE RESOLVER como por exemplo: ensino, política, saúde, segurança, saneamento em fim, mais de 1321654981320348321111987321357 problemas em QUALQUER CANTINHO DO MUNDO.

POoOoOoO!!! Elton John..., POoOoOoO!!! Prince..., deixa pelo menos a gente escutar uma boa música para que nossos problemas se desvirtuem. rsrsrsrsrsrs

Bom, era só pra falar que os dois são contra a pirataria e já aproveitei pra dar uma beliscada em nossos "CAUSOS". rsrsrsrsrs

sábado, 8 de setembro de 2007

GAME: TOM MORELLO


Mais um guitarrista real vai virar
personagem em Guitar Hero III



Tom Morello, do Rage Against the Machine,
confirma presença como chefão

Em entrevista à revista Rolling Stone, Tom Morello, guitarrista da banda Rage Against the Machine, afirmou que será um dos chefões que desafiarão os jogadores em Guitar Hero III, próximo game da Activision.

A distribuidora já havia anunciado que traria para Guitar Hero III: Legends of Rock guitarristas de bandas famosas no papel de chefões. Slash, do Guns N' Roses, e Bret Michaels, do Poison, eram até então os dois únicos nomes anunciados.

Na entrevista, Morello confirmou sua presença e acrescentou que quando joga Guitar Hero sempre perde para o oponente e que agora terá uma chance de vencer digitalmente de vez em quando.

Um representante da RedOctane, divisão que trabalha em GH desde a primeira versão e agora faz parte da Activision, confirmou a presença de Morello, dizendo ainda que as músicas que envolvem o artista serão anunciadas em breve.

O jogo tem lançamento previsto para 28 de outubro e, além de marcar presença em todos os videogames da nova geração, também aparecerá no PlayStation 2.

PETIÇÃO ONLINE


PETIÇÃO ONLINE PEDE A CASSAÇÃO DE RENAN CALHEIROS


Circulando na rede uma petição online que pede a cassação do senador Renan Calheiros. Até agora, são menos de 861 assinaturas. Mas, ainda dá para engordar esta lista. O e-mail diz assim: junte-se aos brasileiros que desejam retirar da vida pública homens como Calheiros, vamos mostrar que ainda existe um futuro para nossos filhos e netos num país onde vai haver justiça, dignidade, honestidade e respeito pelo dinheiro público. Os organizadores pedem ainda diminuição da carga tributária e uma aplicação correta dos impostos em mais segurança, educação, saúde e transporte. Se você quiser participar, a petição está no endereço eletrônico www.petitiononline.com/outrenan/petition-sign.html. Você também pode enviar um e-mail para o senado: senado@senado.gov.br

SOULIVE


“No Place Like Soul”


Formado como trio em 1999 pelo guitarrista Eric Krasno, baterista Alan Evans e tecladista Neal Evans, o Soulive hoje é um quarteto - com o vocalista Toussaint - que alguns sortudos já tiveram oportunidade de assistir aqui no Brasil em junho, quando o grupo fez algumas apresentações. O som da banda é uma ótima mistura de diferentes estilos com a mesma origem: Soul, R&B setentista – bem diferente disso que hoje chamam de R&B – Funk e até Rock n’ Roll.

O disco todo transborda temas dançantes, sem ser em nenhum momento enjoativo ou maçante como esses ‘funks e r&bs’ (com letra minúscula mesmo) que ouvimos por aí nas FMs. O Soulive é uma banda, com músicos competentes e canções muito bem executadas e empolgantes.

“Waterfall” abre o álbum e é uma das mais legais principalmente graças à interpretação de Toussaint. É interessante como parece que cada faixa evoca um estilo diferente. “Comfort” é R&amp;amp;B; em “Callin’” sentimos o clima do Reggae principalmente na guitarra de Krasno; “Never Know” é uma balada Soul, com algo de Blues; “Yeah Yeah” é um das músicas de pista, com muito groove; “Bubble” é puro Rock n’ Roll, com ótimas linhas de guitarra.

As músicas têm muitas variações e não se pode dizer que sejam previsíveis. Isso mostra a veia jazzística que o Soulive também tem.

Uma das coisas que chama atenção em “No Place Like Soul” é que podemos encontrar semelhanças com artistas clássicos como Marvin Gaye e outros mais contemporâneos como Lenny Kravitz em seus momentos menos pop.

Além das treze faixas originais, a edição japonesa ainda traz duas músicas ao vivo como bônus, “Steppin’” e “Azucar”, as duas cheias de improvisações jazzísticas.

Por Eduardo Guimarães

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

OSCAR WILDE



"Depois do primeiro copo, você vê as coisas como gostaria que elas fossem. Depois do segundo, você vê as coisas como elas não são. Finalmente, você passa a ver as coisas como elas realmente são, e essa é a coisa mais horrível do mundo."
Oscar Wilde (1854-1900)

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

WILLIAM BURROUGHS


Burroughs,

o fora-da-lei da
literatura
(1914 - 1997)

William S. Burroughs, que faleceu no início de agosto de 97 em Lawrence, Kansas, aos 83 anos, foi o grande fora-da-lei da literatura contemporânea. Pela importância e radicalidade, sua obra pode ser colocada ao lado da de escritores como John Barth, Samuel Beckett, Henry Miller, Céline, Doctorow e Thomas Pynchon. Norman Mailer o considerava um gênio. John Updike, "um escritor incorruptível". Já seu companheiro de geração Beat, Jack Kerouac, afirmava que Burroughs era o maior escritor satírico desde Jonathan Swift. A opinião de Kerouac parece indicar o ponto de vista adequado para entendermos sua obra. O próprio escritor relativizava com humor sua fama literária: anos atrás, perguntado sobre como se sentia ao ter sido condecorado com a Comenda das Artes e Letras do governo francês, comentou: "E daí? Jerry Lewis também foi".

Neto do inventor do mecanismo da máquina de calcular, Burroughs levou ao limite o dito de que não há literatura experimental sem vida experimental. Conheceu o submundo das drogas, escreveu livros "ilegíveis", foi exterminador de ratos, detetive particular, viveu no México, Marrocos, Paris, Londres. Foi guru dos hippies, punks e agora, dos surfistas internéticos.

O estereótipo do drogado-beat-homossexual e sua biografia tumultuada, no entanto, obscureceram uma leitura mais precisa de Burroughs enquanto escritor. Não era exatamente como "junkie writer" ou anti-humanista que ele queria ser lembrado: "Desde o começo eu tenho me preocupado, enquanto escritor, com o vício em si (seja a drogas, sexo, dinheiro, ou poder) como um modelo de controle, e com a decadência máxima potencialidades biólogicas da humanidade, pervertida pela estupidez e malícia desumanas". Se, como escreveu Michel Serres, a chave da modernidade está na relação parasítica, a obra de Burroughs chega a ser didática. Em sua narrativa grotesca, escatológica, distópica, o parasita se torna uma metáfora para todas as relações de poder.

"A linguagem é um vírus". Nesta frase-chave e em toda sua obra, Burroughs sintetiza nossa condição, de explosão virótica e paranóias extraterrestres, de internets, massificação pela propaganda, clonagens e de bombardeio diário de informações pela mídia. Se o vício aparece como metáfora "nua e crua" para os males da sociedade de consumo, é com a do vírus que Burroughs descortina nossa agoridade espetacular. O problema é que para Burroughs não há cura para este vírus: trata-se da própria consciência humana, programada para funcionar como um mecanismo virótico. Ao se reproduzir em cópias de si mesma, inoculando comandos contraditórios, o parasita age naquilo que é a diferença do ser humano dos outros animais: a linguagem.

O papel do escritor, como um sintomatologista, passa a ser o de expor os seus modos de funcionamento. "Um médico não é criticado por descrever as manifestações e sintomas de uma doença, mesmo que elas sejam repugnantes. Acho que o escritor deve ter a mesma liberdade", escreveu. Sua obra, muito antes da voga da "desconstrução", já fazia uma análise demolidora dos dualismos básicos da nossa cultura, de nossa tendência em pensar em termos de oposições binárias como mente/corpo, homem/mulher, certo/errado, natureza/cultura, realidade/ficção, eu/outro. Burroughs foi um crítico ferrenho do senso-comum, que ele via como uma das drogas mais perigosas, um modo "viciado" e limitado de ver. "A lógica aristotélica é um dos grandes erros do pensamento ocidental. Existem certas fórmulas, palavras-chaves, que podem trancafiar uma civilização durante séculos". Trinta e dois anos após a publicação polêmica de "Naked Lunch" (Almoço Nu) talvez seja hora reler a descrição nua e crua que Burroughs faz: o que parece estranho pode nos surpreender. A ficção, para ele, tinha o péssimo hábito de virar realidade.

NARRATIVA "ZAPPING"

No início dos anos 60, principalmente na chamada trilogia "cut-up", muito antes da teoria contemporânea discutir o fenômeno da "intertextualidade", Burroughs incorporou o conceito de colagem cubista e procedimentos do Dadaísmo para a narrativa. Apontava, assim, para a característica intertextual não só da literatura mas também de nossa época. O uso de "cut-ups", mais intensamente praticados em livros como "O Ticket Que Explodiu", "Expresso Nova" e "A Máquina Macia", questionava radicalmente o conceito de autoria. O resultado, se usado com moderação, como aconselhava, era um método de escrita hipertextual, que poderia inclusive contar com a ativa colaboração do leitor. (Para os que quiserem experimentar, há na Internet um site com uma Máquina Cut-Up programada para editar ao acaso textos inseridos pelo usuário com fragmentos da obra de Burroughs).

Com o cut-up, a idéia de um texto interativo e de uma escrita "eletrônica", que se faz de súbitos links, já estava lançada. Na época, o método de Burroughs era bastante "primitivo": munido de gravadores e uma tesoura, Burroughs cortava tiras de textos das fontes mais variadas — trechos da Bíblia, jornais, Shakespeare e os diálogos de um filme-B, por exemplo. Depois, justapunha-os com textos seus e reescrevia o resultado. O efeito, como demonstra em sua trilogia e em "A Terceira Mente", é uma espécie de "zapping" narrativo. A descontinuidade provocada pelo vírus tornava o texto uma zona de turbulência, ou simulava efeitos de simultaneidade, como se estivéssemos vendo vários canais ao mesmo tempo. Burroughs criava, assim, o Frankenstein da literatura contemporânea: A Máquina Cut-Up.

Mesmo tendo abandonado progressivamente este método de escrita a partir dos anos 70, Burroughs acreditava que os efeitos textuais provocados pelo cut-up estavam muito mais próximos do funcionamento real de nossas percepções do que a narrativa linear, sequencial. Recebemos mais informações subliminares do que nossas consciências registram. Para indicar seu ponto de vista, dava um exemplo muito próximo de nós: a TV.

Em tempos de tecnologias e hipertextualidades, Burroughs era otimista em relação ao futuro do livro: "Acho que as pessoas nunca vão abandonar totalmente a leitura. Nada substituirá a literatura: nem o vídeo, nem o cinema. Por outro lado, a fórmula novelística está ultrapassada, e se não houver coisas interessantes nessa área, as pessoas estarão cada vez mais lendo só livros e revistas ilustradas, histórias em quadrinhos. Há coisas que você não consegue numa tela ou num filme. Já com um livro as pessoas podem sentar-se em qualquer lugar e é como se um filme estivesse passando em suas cabeças".

ESTÚDIO REALIDADE

De "Almoço Nu" ao mais recente "Minha Educação: Um Livro de Sonhos" (1995), Burroughs nunca abandonou seu projeto literário e político de questionar a estrutura da realidade. Sua obra seria melhor lida no contexto da "Nova Mitologia" que dizia estar criando para nossa época.

Em seu universo mágico e perigoso, o escritor descrevia a presença de estruturas arcaicas em eterno conflito. A realidade humana, no grande circo burroughsiano, nada mais é que "um universo pré-filmado e pré-gravado". Na sua ficção, vive-se numa grande Interzone infestada de piratas homossexuais, políticos mafiosos, serial killers, burocratas viciados, seitas fanáticas, cyborgs e alienígenas. Nesta cidade-mundo, "nada é verdadeiro, tudo é permitido". A própria História é um velho filme que é rebobinado toda vez que chega ao fim, e que pode ser alterada apenas através de uma radical "Operação Reescrita". A única saída para o escritor é expor o funcionamento dos sistemas de controle e ao mesmo tempo tentar miná-los viroticamente.

Neste cenário pessimista, o corpo humano nada mais é que uma "máquina macia" programada para satisfazer as necessidades absolutas de seus controladores: a Nova Gangue, um grupo paramilitar intergalático que domina a humanidade através da manipulação da imagem e da palavra. Sua tarefa, na ficção anarquista de Burroughs, é agravar os conflitos humanos colocando num mesmo planeta formas de vida irreconciliáveis. Para o autor, uma nova mitologia, nos termos que propõe, só seria possível na era espacial, "onde teremos novamente heróis e vilões quanto às suas intenções para com este planeta".

Pelos labirintos da grande "zona" textual de seus romances, circulam personagens que parecem saídos da realidade, como Dr. Benway, inescrupuloso médico cujo maior feito foi ter retirado o apêndice de um paciente com uma lata de sardinha enferrujada. Há também Mr. Bradley Mr. Martin, "um Deus que fracassou, um Deus do Conflito, o inventor da cruz dupla, dos dualismos". Existem os Mugwumps, répteis alienígenas que sugam humanos (chupa-cabras?) e garotos "heavy metal" (termo extraído de sua obra). E, claro, há o Estúdio Realidade, onde imagens e representações do mundo "ao vivo" estão a todo instante sendo editadas e manipuladas. A tarefa da Polícia Nova, liderada pelo Inspetor Lee, é expulsar os invasores e liberar o planeta. Profeticamente, em "Naked Lunch", de 1959, Burroughs apresentava um vírus letal e misterioso (também /A obra de Burroughs — que engloba intervenções em áreas diversas — pode ser entendida como uma grande teia onde se entrecruzam disciplinas como filosofia, antropologia, psicanálise, política, pintura, cinema e cultura pop. Por isso, ela acabou contaminando personalidades de diversas áreas, como David Cronenberg, Robert Wilson, e artistas como Brian Eno, Lou Reed, Tom Waits, David Bowie, Patti Smith e Laurie Anderson.

A produção literária de Burroughs também fez a cabeça de jovens escritores como Kathy Acker, escritores "cyberpunk" (William Gibson, Bruce Stirling e Clive Barker), repercutindo até nas obras de filósofos como Deleuze e Guatari. No Brasil, possíveis semelhanças com a escrita burroughsiana se encontram em "Panamérica", de José Agrippino e "Catatau", de Paulo Leminski. O escritor trafegou pelos mais variados gêneros, sempre com intenções paródicas: do diário de viagem às histórias policiais, do western a ficção-científica. Entre seus escritores preferidos estavam Rimbaud, Kafka, Conrad, Dostoievsky, Denton Welch, T.S. Eliot, e Beckett.

Burroughs contextualizava sua obra à luz da tradição picaresca, cujos antecedentes mais antigos são o "Satyricom", de Petrônio, e "The Unfortunate Traveller", de Tomas Nashe: a narração de uma série de aventuras e de "acidentes de percurso", alguns horríveis, outros cômicos, vividos por um anti-herói. De fato, os livros mais importantes de Burroughs foram escritos neste estilo. Não há também como deixar de apontar pontos de contato entre seu universo narrativo com os de George Orwell, Franz Kafka e Aldous Huxley.

Nos últimos anos, Burroughs estava escrevendo cada vez menos e aproveitando cada vez mais seus últimos momentos. Ou seja, pintando, cuidando dos gatos, recebendo amigos e praticando tiro. Chegou a fazer experiências interessantes como a ópera "The Black Rider" (O Cavaleiro Negro, em parceria com Robert Wilson e Tom Waits) e lançou álbuns de "spoken word" como o excelente "Dead City Radio" (Rádio Cidade Morta), que retoma a forma da novela radiofônica. Encarado como uma espécie de dinossauro da contracultura, passou a ser cada vez mais assediado em seu exílio no Kansas, como remanescente de uma época turbulenta. Não à toa, escolheu para morar um lugar que é conhecido como "Alameda Tornado" (título de outro livro seu), e onde depois seria filmado o filme "The Day After". Sobreviveu a Kurt Cobain, com quem fez parceria, e fez pontas em filmes como "Drugstore Cowboy" e "Twister".

O fato é que, aos 83 anos, depois de tudo o que aprontou, era chegada a hora do Agente Lee fazer suas malas. Como nas palavras de um personagem de "The Western Lands", um de seus últimos livros: "O velho escritor não podia mais escrever por ter atingido o limite do que poderia ser feito com as palavras". Burroughs se preparou durante toda sua vida para a última viagem às Terras do Oeste, o paraíso dos egípcios, e que só é atingido por uma estrada perigosa. Burroughs chegou lá.

"Kim nunca havia duvidado da existência de deuses ou da possibilidade de vida após a morte. Ele considerava a imortalidade como o único objetivo que valia a pena. Ele sabia que ela não é algo que você atinge automaticamente por acreditar em algum dogma arbitrário como Cristianismo ou Islã. É algo que você tem que trabalhar e batalhar, como tudo mais nessa vida ou na outra".

("The Western Lands")

RODRIGO GARCIA LOPES
in Revista Cult, SP, n. 3, 1997, pp-20-22
(matéria gentilmente enviada pelo autor para Pop Box)
Rodrigo Garcia Lopes é autor de "Vozes & Visões: Panorama da Arte e Cultura
Norte-americanas Hoje" (Iluminuras, 1996), "Solarium" (Iluminuras, 1994), "visibilia" (Sette Letras, 1997) e Mestre em Artes pela Arizona State University com tese sobre a obra de William Burroughs.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

OS SIMPSONS - FILME




"Os Simpsons", de Matt Groening, é o desenho animado de maior longevidade na história da TV nos Estados Unidos. Tem, ao todo, dezoito temporadas e mais de 383 episódios desde sua estréia em 17 de Dezembro de 1989. Surgiu inicialmente em 1987 como uma série de curtas de trinta segundos produzidos por Groening para a série de televisão “The Tracey Ullman Show.” A reação dos telespectadores foi tão positiva que "Os Simpsons" evoluiu para um programa, estreando como um especial de Natal de meia hora em 17 de dezembro de 1989, e depois como série regular em 14 de Janeiro de 1990. Em 14 de janeiro de 2000, a série ganhou uma Estrela na Calçada da Fama em Hollywood. É visto em mais de cem países. Altamente satírico, o seriado critica a sociedade estadunidense como um todo. Tem como alvos principais a classe média e a mediocridade americana. O canal de TV a cabo FOX, principal veiculador do desenho, também é motivo das piadas da série. O nome da cidade em que se passa o desenho, Springfield, foi escolhido por ser um nome comum de cidades americanas - todo estado tem a sua - o que garante uma crítica ainda mais abrangente ao modo de vida americano. A autoridade, especialmente em mãos impróprias, é constante alvo da sátira ferina do desenho. Isto provavelmente explica a reação negativa do programa junto a movimentos conservadores. Esta reação foi mais forte nas primeiras temporadas de Simpsons. Praticamente todas as figuras autoritárias que aparecem no programa são retratadas de maneira ridícula. A direção do longa será de David Silverman, supervisor de animação da série e co-diretor de "Monstros S.A". Os produtores do filme são também os roteiristas, todos participarão do projeto, são eles: Matt Groening, Mike Reiss, Mike Scully, Al Jean, James L. Brooks, Ian Maxtone-Graham, George Meyer, David Mirkin, Mike Reiss, Matt Selman, John Swartzwelder. O ator Harry Shearer que faz as vozes de Ned Flanders, Sr. Burns, Reverendo Lovejoy, entre outros personagens do conhecido seriado, revelou que, no cinema, haverá mais palavrões que o normal. Os produtores querem fazer um filme mais pesado, mas a censura deverá ser para menores de idade.

Então pegue sua pipoca e corra logo para o cinema para ver este belíssimo longa-metragem.

domingo, 2 de setembro de 2007

NAÇÃO ZUMBI

Indicação de vídeo através do Joost.

Nação Zumbi - Propagando

>> clique aqui para ver o vídeo <<

Este vídeo abrange praticamente todas as músicas da carreira da banda.

PS: O vídeo só pode ser visto para quem tem o programa JOOST instalado em seu micro.