segunda-feira, 5 de outubro de 2009

UNDERCOVER...

Descobri esta semana o clip do filme Undercover Brother, que conta com a participação de Snoop Dogg & Bootsy Collins. Veja o clip abaixo:



Se gostaram do clip, então aproveite e entre no ritmo alucinado deste implacável agente secreto. Aton Jackson parece com milhares de outros homens. Mas, na verdade, ele é o impagável Undercover Brother, agente secreto de uma organização mais secreta ainda - A Brotherhood - que defende os direitos dos negros no Mundo. Porém, este agente tão especial parece ter saído diretamente de um velho seriado de TV dos anos 70. Suas roupas, atitudes e - principalmente - seu exagerado penteado afro são uma divertida mistura de Med Squad, as Panteras, com pitadas de Starsky e Hutch. Ao lado da sensual Sistah Girl, Undercover terá de combater a terrível White She Devil, sua mais poderosa inimiga na luta contra o domínio da raça branca do planeta. Porém, o inesperado acontece: Undercover e a loiríssima White She Devil se apaixonam, para o desespero da Brotherhood.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

PORNO, IRVINE WELSH

Ultimamente ando em uma fase meio Irvine Welsh, escritor escocês.
Mas o livro que estou lendo é o Pornô, livro que retoma os personagens de Trainspotting, romance que lhe rendeu o status de grande nome da literatura britânica moderna e virou filme de sucesso internacional. A nova trama se passa dez anos após a história original, com sua célebre galeria de desajustados vivendo os suspiros finais da juventude. Drogas, paranóia, violência e traição continuam figurando entre os ingredientes principais, mas a eles somam-se agora doses cavalares de sexo e vingança, sempre com o humor ácido e surpreendente de Welsh. Como Pornô pode ser perfeitamente apreciado sem a leitura prévia de Trainspotting, não cabe aqui relembrar o final do primeiro livro, pois isso poderia frustrar aqueles que porventura ainda não tenham lido aquele que é um dos romances fundamentais dos anos 90.

BIG SUR, KEROUAC

"O The New York Times intitula
como o livro mais ousado de Kerouac."

Lançado em 1962, Big Sur é o livro mais honesto e pessoal de Jack Kerouac. Após a roda-viva que sucedeu ao lançamento de On the Road, em 1957, o escritor passou um período retirado em uma cabana do amigo e poeta beat Lawrence Ferlinghetti, na região de Big Sur, na costa da Califórnia, onde se dedicou à escrita. O romance mostra a deterioração física, mental e de ideais vivida por Jack Duluoz (alter ego de Kerouac). Outros nomes-chave da geração beat são retratados nesta obra autobiográfica: Neal Cassady (como Cody Pomeray), Carolyn Cassady (Evelyn), Gary Snyder (Jarry Wagner), Philip Whalen (Ben Fagan), Michael McClure (Pat McLear), Lenore Kandel (Romana Swartz), Lawrence Ferlinghetti (Lorenzo Monsanto) e Robert La Vigne (Robert Browning).

Diferentemente do frenesi e do idealismo de On the Road, em Big Sur o que se vê são os efeitos do alcoolismo e da decadência de um mito. Uma visão tão instigante de ler quanto aterrorizante.

Fonte: L&PM

sábado, 6 de junho de 2009

HIPOPÓTAMOS COZIDOS

E OS HIPOPÓTAMOS FORAM COZIDOS EM SEUS TANQUES
Romance
William S. Burroughs e Jack Kerouac

O texto baseia-se em fatos reais ocorrido entre 1944 e escrito pelos pais da geração beat, o romance gira em torno de amizade, poesia, sexo e drogas e muito papo cabeça, e terminando em tragédia passional.

Para quem é fã da Geração Beat como eu, finalmente foi lançado no Brasil, pela editora Companhia das Letras, E os hipopótamos foram cozidos em seus tanques, de William Burroughs e Jack Kerouac, traduzido por Alexandre Barbosa de Souza. O livro, baseado em fatos reais, fala sobre um crime verídico ocorrido em Nova York em 1944, às margens do rio Hudson: o assassinato de David Kammerer pelo adolescente Lucien Carr, ambos amigos de Burroughs¹ e Kerouac². A novela foi escrita em dupla, e é a primeira obra acabada para Kerouac, com 23 anos, quanto para o trintão de Burroughs. Nenhum dos dois pais da prosa beat norte-americana tinha ainda sido publicado. A obra alterna-se em capítulos, sendo que cada escritor conduz um dos dois personagens narradores: o barman junky Will Dennison, nas mãos de “William Lee” (Burroughs), e o marinheiro muito doidão Mike Ryko, animado literalmente pelo pai da geração beat, Kerouac. O estranho título escolhido para o livro faz referência a um incêndio ocorrido no zoologico de Nova York, onde o tanque dos hipopótamos foi atingido e eles literalmente morreram cozidos.

A trama gira em torno de jovens e curiosos, personagens típicos da beat generation, desgarrados, sem dinheiro, e em busca de novas experiências. Vagando de bar em bar, de casa em casa, e fazendo as melhores festinhas em pequenos apartamentos, regadas a álcool, sexo, drogas, papo e muita poesia.

O termo Geração Beat é usado para designar um grupo de escritores norte-americanos que se tornaram conhecidos no final dos anos 50, começo dos anos 60. Esses escritores pregavam uma espécie de "boemia hedonista", tudo bem se você se drogar, beber, fumar e não fazer nada, desde que crie alguma coisa. Os hippies e punks foram influenciados pelos beatniks.

Fica aí uma sugestão de leitura inédita no Brasil da geração beat, E os hipopótamos foram cozidos em seus tanques. Corra e compre o seu, pois eu já peguei o meu! huahaua : )

[...]

¹ William Seward Buroughs, nasceu em 1914, em Saint Louis. Um dos pais da geração beat, junto com Kerouac e o poeta Allen Ginsberg, foi dependente de heroína por muitos anos. Estreou com Junky, mas a sua obra mais importante é Almoço Nú (Naked Lunch), de 1959, que mostra seus delírios sádicos, homossexuais e induzido literalmente pela heroína. Morreu em 1997.

² Jack Kerouac, nasce em 1922 em Lowell, Massachutts. Um dos fundadores da beat generation nos Estados Unidos, é autor do melhor relato sobre estilo de vida: o romance On the Road, de 1957 vivenciado pelo personagem Dean Moriarty, que nada mais é que uma biografia de um dos melhores amigos de Kerouac, Neal Cassady. Outros títulos publicados são: Os Subterraneos, Vagabundos Iluminados, Geração Beat, Tristessa e Livro dos Sonhos. Morreu na Flórida em 1969, de hemorragia provocada pelo alcoolismo.

domingo, 26 de abril de 2009

BARBIES, BAMBOLÊS E...

Fui em uma palestra esta semana da Editora "Jorge Zahar", para ver os últimos lançamentos dos livros.

Nesta ida a editora, acabei ganhando um livro, "BARBIES, BAMBOLÊS E BOLAS DE BILHAR - 67 deliciosos comentários sobre a fascinante química do dia-a-dia".

Na verdade, o livro explica a ciência e os fenômenos científicos de modo correto e lúdico. Tudo isso com muito divertimento e prendendo muita a atenção do leitor.

Bom, eu comecei a ler o livro como se fosse ler "Mate-me For Favor! Sério!!! Dá pra abrir o livro de qualquer ponto de partida. Por exemplo: eu peguei uma parte do livro que tem como sub-título, Alice nos pais do cogumelos. Esta parte relata perfeitamente como o conto Alice no Pais das Maravilhas e Alice através do espelho, de Charles Dogson (Lewis Carroll), foi desenvolvido no mundo da Ciência.