terça-feira, 15 de setembro de 2009

PORNO, IRVINE WELSH

Ultimamente ando em uma fase meio Irvine Welsh, escritor escocês.
Mas o livro que estou lendo é o Pornô, livro que retoma os personagens de Trainspotting, romance que lhe rendeu o status de grande nome da literatura britânica moderna e virou filme de sucesso internacional. A nova trama se passa dez anos após a história original, com sua célebre galeria de desajustados vivendo os suspiros finais da juventude. Drogas, paranóia, violência e traição continuam figurando entre os ingredientes principais, mas a eles somam-se agora doses cavalares de sexo e vingança, sempre com o humor ácido e surpreendente de Welsh. Como Pornô pode ser perfeitamente apreciado sem a leitura prévia de Trainspotting, não cabe aqui relembrar o final do primeiro livro, pois isso poderia frustrar aqueles que porventura ainda não tenham lido aquele que é um dos romances fundamentais dos anos 90.

BIG SUR, KEROUAC

"O The New York Times intitula
como o livro mais ousado de Kerouac."

Lançado em 1962, Big Sur é o livro mais honesto e pessoal de Jack Kerouac. Após a roda-viva que sucedeu ao lançamento de On the Road, em 1957, o escritor passou um período retirado em uma cabana do amigo e poeta beat Lawrence Ferlinghetti, na região de Big Sur, na costa da Califórnia, onde se dedicou à escrita. O romance mostra a deterioração física, mental e de ideais vivida por Jack Duluoz (alter ego de Kerouac). Outros nomes-chave da geração beat são retratados nesta obra autobiográfica: Neal Cassady (como Cody Pomeray), Carolyn Cassady (Evelyn), Gary Snyder (Jarry Wagner), Philip Whalen (Ben Fagan), Michael McClure (Pat McLear), Lenore Kandel (Romana Swartz), Lawrence Ferlinghetti (Lorenzo Monsanto) e Robert La Vigne (Robert Browning).

Diferentemente do frenesi e do idealismo de On the Road, em Big Sur o que se vê são os efeitos do alcoolismo e da decadência de um mito. Uma visão tão instigante de ler quanto aterrorizante.

Fonte: L&PM

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

UNDERSTAND...

Esta música diz muita coisa.
[...]

The Raconteurs - You Don't Understand Me:

You don't understand me
But if the feeling was right
You might comprehend me
And why do you feel the need to tease me
Why don't you turn it around
It might be easier to please me

And there's always another point of view
A better way to do the things we do
And how can you know me
And I know you.
If nothing is true

Why do you think that you are doing
But who is the fool, the fool or the fool
that you are fooling.
And maybe I just don't see the reason
But in the corner of my heart your ignorance is treason.

And there's always another point of view
A better way to do the things we do
And how can you know me
And I know you.
If nothing is true

You think you know how I feel
Its not that big of a deal
There's no such thing its not real
Oh-Oh

You don't understand me
But if the feeling was right
You might comprehend me
And I don't claim to understand you
But I've been looking around
And I haven't found, anybody like you

And there's always another point of view
A better way to do the things we do
And how can you know me
And I know you
If nothing is true